quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Está quaseeee!!!

Estou com sono! Não podia ter acordado mais bruscamente. Com o frio que está por estas bandas, a preguiça de levantar cedo existe, até porque não tinha nada combinado. Mas os senhores das entregas da Leroy Merlin decidiram telefonar cedo neste feriado e tirar-me bem à pressa da cama: “Já estamos aqui à porta para descarregar a cozinha.”
“- Como? Já? Mas estava combinado entre as 14h e as 18h???
- Mas nós temos aqui indicado a partir das 9h...”
Bonito! Lá tive que trocar de roupa e sair a correr, sem tomar pequeno-almoço e do qual me lembrei que não havia tomado quase às 12h. Será que mais alguém se esquece que não tomou o pequeno-almoço para além de mim?

No fim, fiquei derretida ao ver as embalagens com as placas da cor escolhida, para montar, agrupadas de um lado da cozinha. Agora é começo a tomar consciência de que a casa está quase pronta. Já só falta montar os móveis da cozinha para o senhor da pedra ir lá tirar a medida à bancada e o canalizador ir instalar os móveis da casa de banho. Depois, vai ser limpeza geral e começar a arrumar já algumas coisas possíveis nos armários (como tachos, panelas e algumas loiças). E acreditar que no novo ano que se aproxima a vida profissional vai existir e que vou conseguir mobilar o essencial da casa. Dizem que pensar positivo ajuda. Não sei se ajuda mesmo, mas não custa tentar.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Friends...

Há alguma coisa mais valiosa no mundo do que os verdadeiros amigos? Não, não há. Eles têm um lugar precioso no meu coração. E tenho muita saudade de não poder estar com eles mais vezes como antes. Agora é tudo diferente. Antes, bastava um café, não era preciso muita conversa, pois ela estava quase sempre em dia. Era opinião sobre trabalho, sobre outra coisa acolá, um problemita tal e estava quase sempre tudo bem. As notícias viviam actualizadas, os mimos eram diários e as saudades não coabitavam. Eles estavam ali e estava tudo bem. Não eram precisas muitas palavras.
Agora, sabemos que nos temos uns aos outros, sabemos que podemos "chatear" quando precisarmos e quando não precisarmos, mas as saudades são muitas. Quando se fala, fala-se mais. E a ausência é por períodos longos. A distância não termina com amizades fortes, mas trás muita saudade. Saudade da escassez de momentos juntos, vontade de vos dizer que vos ADORO MUITO e que me lembro de vocês todos os dias com muita muita saudade. O pouco longo tempo que falamos ao telefone ou por messenger, ou por facebook ou pessoalmente é insuficiente para matar as saudades. Elas vieram para ficar. Tenho saudades de fins-de-semana em que nos divertíamos muito, lembrando a época da faculdade, como as mini-férias em TV e na Azambuja. É momento para dizer: "Apetecia-me algo... Algo verdadeiramente especial!" E esse especial é estar com vocês. Espero que seja em breve, meninas (e meninos também)! Que acham?

domingo, 4 de dezembro de 2011

Respiraaaaaaaaaa!

Respiraaaaaaaaa fuuuuuuuuuundo!
Respiraaaaaaaaaaaa fuuuuuuuuuuuuuundo!
Porque se eu me irrito, fico pior do que a Domitila d' "O Quinto dos Infernos"!!! (pronto, pior não, mas consigo chegar ao mesmo nível!!!)

Avisos!

Se eu fosse uma pessoa que não ligasse nada a interpretações de sonhos e afins, neste momento estaria descansadinha e já teria esquecido tudo com que sonhei esta noite. Mas não! Lembro-me com todos os pormenores do sonho desta noite e apesar de tantas palavras-chave, tudo indica o mesmo. Tudo leva ao mesmo aviso: Cuidado, que há pessoas falsas e traiçoeiras em redor! Há imenso tempo que não sonhava com isto, pelo que andava descansadinha da vida sem ligar quase nada a sonhos. Mas, hoje, voltei a ficar preocupada ao sonhar com répteis, macacos, carros avariados, reboques, amigos (aos pares não é bom sinal), peluches, precipícios. Não podia ter um conjunto de indicações pior... Mas, ao menos, no fim não saltei pelo precipício.

sábado, 3 de dezembro de 2011

2-0

Ganha o Jumbo contra a Worten!
Ainda não percebi se sou eu que sou esquisita nas escolhas, ou se escolho produtos com imensa saída. O que eu sei é que tudo o que escolho não há nas lojas. Se há algo que eu não tenho muitas vezes, é paciência para andar nas lojas a ver o que têm e se algo me agrada. Então, agora, desde que há sites das respectivas lojas, prefiro pesquisar lá e chegar à loja com a descrição do respectivo artigo e pedir.
E foi assim que cheguei à Worten. A primeira vez desloquei-me lá com a intenção de comprar um termo-acumulador e desta última com a intenção de comprar uma placa mista. E, apesar, de estar no site o respectivo produto, diz-me o funcionário da Worten que estão esgotadas. "- E posso encomendar?" - perguntei eu, achando ser normal uma loja de grandes dimensões fazer isso. Ao que levo com a resposta: "- Nós não fazemos encomendas." Está bonito...
Assim sendo, desloquei-me ao Jumbo e perguntei lá pelo artigo. Ao que me respondem: "- Não temos em stock, mas podemos encomendar." E logo de seguida, o funcionário telefonou para a marca, perguntou quando poderiam entregar e zás! Compra efectuada, mais barata, e em apenas dois dias o artigo foi entregue na morada indicada.
E, por este andar, apenas tenho a acrescentar, que a Worten não me vai vender nada, a não ser que por sorte tenha nas prateleiras da loja para venda. Sim, que há uns tempos tinham electrodomésticos em exposição que já não vendiam mais, mas eles continuavam lá, com preço indicado e tudo.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Parvoeiras ou então não!

Por aqui, fala-se de filhos.
O que é que havia de passar pela cabeça aqui das meninas, heim? Pois é. Eu e a minha panca pela leitura das mãos, causou um alarido ao ter a sensação de que a linha do casamento estava a desaparecer, ou pelo menos parece menos visível do que há uns dias atrás. Mas o alarido não provém daí. É que sem a linha não há como saber o número de filhos pelas mãos, que ao que parece (parece, porque se nota muitoooo mal) são dois, para grande tristeza minha que quero três. Bem, a S. teve a feliz ou infeliz ideia de dizer: Calma, que eu sei um truque para saberes isso, sem ser através das linhas da mão. E zás, lá vou eu buscar linha, agulha e vamos ao teste: rapaz, rapariga, pára?! Repeti, convicta de que estava a fazer tudo mal. Igual: rapaz, rapariga, pára! Será verdade ou apenas um simples jogo? Na altura certa saberei. A S. diz que vai apontar para daqui a uns bons anos nos rirmos com esta parvoeira. Eheh!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Para começar Dezembro com juízo!

Para a assimilação de juízo a partir deste mês de Dezembro, escrever dez vezes:


1 - Não acreditar na história da Cinderela nem em contos de fadas!
2 - Não acreditar na história da Cinderela nem em contos de fadas!
3 - Não acreditar na história da Cinderela nem em contos de fadas!
4 - Não acreditar na história da Cinderela nem em contos de fadas!
5 - Não acreditar na história da Cinderela nem em contos de fadas!
6 - Não acreditar na história da Cinderela nem em contos de fadas!
7 - Não acreditar na história da Cinderela nem em contos de fadas!
8 - Não acreditar na história da Cinderela nem em contos de fadas!
9 - Não acreditar na história da Cinderela nem em contos de fadas!
10 - Não acreditar na história da Cinderela nem em contos de fadas!

(E nem pensar pedir um conto de fadas ao Pai Natal! Acabou a história! Fim!)

Nota: E se isto não resultar, passa-se à escrita da frase cem vezes à mão!