MUITO, MUITO FELIZ!!!
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Algo bem divertido...
... é dar explicações sobre o sistema reprodutor à minha sobrinha. A pré-adolescente fica escandalizada com tudo. E, agora, diz que é uma estupidez ter que estudar o sistema reprodutor masculino em ciências da natureza.
"- Oh tia, nós, as raparigas só devíamos estudar o nosso. O outro não nos interessa para nada. E também não percebo nada da matéria."
Lá decidi, então, ajudá-la nos complicados trabalhos de casa que ela dizia não perceber. E ela sempre indignada por ter que saber os dois sistemas. A tia aqui, que é uma querida, lá pega no livro e começa a explicar, com pequenas piadas pelo meio, a matéria. E lá vai respondendo ela: "- Ai que noooojo!", "- Oh tia... pára de dizer isso!"
E eu completamente divertida sobre o modo como ela respondia às minhas explicações. Mas enquanto ela vir as coisas por este lado horrorizado vou ficando descansada. Que saber que aquela miúda já tem namorado... é motivo para me deixar preocupada.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Estava aqui a pensar...
... e acabei de concluir que me dou MUITÍSSIMO bem com caranguejos (ou "cangarejos" como dizia a minha pequenita), pois são desse signo a minha pipoquinha mais querida e a minha best friend C.. Está explicado porque é uma lamechiche pegada de "gosto muito de ti", abraços e xi-corações sempre que falo com uma das duas.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Memórias de um passado longínquo...
Já passaram 14 anos... E parece que foi ontem que fui
contigo à horta pela última vez. Já estavas muito doente e acho que foi a
última longa caminhada que fizeste. Eu estava feliz por ir sozinha contigo. Já
me considerava crescida para poder ir passear contigo. Sim, para mim era um
passeio. Sentia-me livre e à vontade para falar sobre o que quisesse. Ao
chegarmos piquei-me em urtigas. “- Olha que isso agora dá muita comichão!” –
disseste. “- Não dá nada! Isto passa!” – respondi prontamente, armada em menina
corajosa. Mas tinhas razão, apesar de eu ter passado o tempo todo fingindo que
aquilo não me estava a incomodar. Enquanto esperava que fizesses a tua tarefa,
falámos de tantas coisas. Falámos dos gatos e dos cães que tinhas. Na altura,
eu não os largava. Eu adorava o Joli e fiquei triste por o deixar de ver depois
que te foste. Desapeguei-me dos animais. Agora quem vê a minha relação com um
cão ou um gato jamais acreditará que um dia brinquei tanto com eles.
Foi, exactamente no dia de hoje, há vários anos atrás que vi
o teu rosto, imóvel, pela última vez. Chorei muito. Gostava muito de ti e nunca
esquecerei a última vez que me abraçaste e as palavras carinhosas que me
disseste. Não sabia que era a última vez que falavas comigo. Eu era uma criança
e acreditava em milagres. Mas eles não existiram. Na minha mente ficaram também
gravados os últimos momentos em que te vi com vida, uma semana depois, ao
longe, no corredor do hospital. Tu gritavas e as enfermeiras apressaram-se a
correr as cortinas. Não deixaram entrar mais ninguém naquele quarto.
Agora, não há um ano em que não recorde de ti, neste dia. De
ti e de tanta coisa associada a este dia trágico que muitas fobias desenvolveu
em mim. Mas já superei algumas, acredita.
Mas, hoje, já não sou aquela menina que conheceste. Cresci. Segui um
rumo diferente ao que dizia querer seguir na altura, mas continuo a desenhar
tal como fazia ao teu lado. E continuo a sentir muitas saudades de ti.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
"As palavras que nunca te direi"
Ontem decidi aproveitar o serão para ver um filme que andava há um bom tempo a pensar assistir (quando falo em bom tempo, refiro-me a alguns anos). Em parte, já sabia o que me esperava. Já tinha ouvido que a história era trágica e sendo de Nicholas Sparks era mais do que óbvio que fizesse rolar muita lágrima. Mas ainda tive as minhas dúvidas quanto a isso, confesso.
É um daqueles filmes óptimos para se ver aconchegadinho no sofá, de preferência com uma lareira por perto (que com este frio é mesmo o que apetece), e que vai deixando um sorriso na cara enquanto se desenrola a história. O personagem principal acaba por se revelar mesmo um príncipe perfeito, romântico, sensível, apaixonado... o que toda (ou quase toda) a mulher quer. E já estava eu, ali, nos minutos finais quase a dar pulinhos de alegria, que a história era maravilhosa, que afinal até parecia que ia ter um final feliz quando mesmo nos últimos minutos se dá o desfecho trágico. E, assim acabei eu, desfeita em lágrimas (confesso que não sei quem chorou mais, se a protagonista se eu) com aquele fim, digamos... não esperado e ao mesmo tempo esperado (Quem é que disse que Nicholas Sparks gosta de finais felizes e não dolorosos, heim? Ninguém. Porque raios achei eu que este podia ser diferente? Ah, foi porque o filme já estava mesmo, mesmo no fim e eu achei que já não havia tempo para tragédias, mas afinal... estava errada, muito errada.).
Mas mesmo assim adorei o filme...
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