sábado, 31 de dezembro de 2011

Está quase a chegar o Novo Ano!

Está quase a chegar ao fim esta última noite de 2011. Acabei por não conseguir passar a passagem de ano com amigos, pois pequenos incidentes alteraram os planos todos, e em vez de todos juntos, vai cada um para o seu lado. Mas sozinha não vou passar, apesar de ficar por casa. A família mais chegada vai cá estar, pelo que andei ali pela cozinha durante a tarde a preparar umas gulodices.
Agora, a mesa já está pronta e eu já me fui arranjar, para entrar no novo ano com o glamour que lhe é devido. Dizem que dá sorte a roupa interior azul. Nunca fiando, este ano decidi apostar na interior e na exterior. Se dá mais sorte assim, não sei, mas não custa tentar para ver o resultado. Agora, é esperar pela meia-noite. Depois de jantar estou a pensar ver um filme romântico, para ver se entro no Novo Ano com o optimismo que é devido nessa categoria.
A ver se não me esqueço das 12 passas, dos 12 desejos e da nota para trazer dinheiro (será que trás mesmo??). Devia de ter arranjado uma de quinhentos para trazer bastante. A de cinco euros do ano passado não foi suficiente... Enfim. Não contem é comigo para subir para cima da cadeira, que com os saltos que tenho calçados o mais provável era ir parar ao chão de um modo não muito agradável.
Agora é pedir, com muita força, MUITO AMOR, MUITA SAÚDE e o EUROMILHÕES na minha conta bancária em 2012! Feliz Réveillon a todos!

Penúltima noite de 2011!

Ontem realizou-se mais um jantar de miúdas giras, desta vez em casa da M. Ela estava preocupada de que os cozinhados dela não saíssem bem, mas no fim estava tudo muito bom. E, depois de muita conversa, acabámos a noite (uma vez que faltava uma qualquer peça do "move") a cantar Singstar - a menina aqui fez uma triste figura a cantar Sex Bomb e Killer Queen, mas felizmente não parti nenhum vidro com a minha adorável voz, eheheh - e a jogar Buzz - vai uma luta de tartes?, hihihi!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Saldos!

Será que o país enlouqueceu com os saldos? Cheguei ao shopping e foi complicado encontrar um lugar de estacionamento vazio. Chego às lojas e vejo filas de metros e metros tanto para os provadores como para pagar. Solução: Dar meia volta e sair da loja. A paciência para as filas, hoje, era nenhuma.


P.s. - Não, não fui ao shopping pelos saldos. Foram apenas dois motivos que me levaram lá. Comprar dois presentes de Natal que me faltam e a lingerie azul, como manda a tradição, para o Ano Novo. Os presentes decidi comprar noutro dia, até porque não há pressa para entregá-los. Quanto à lingerie... foi sorte não haver fila na Oysho que ficou já despachada (e não sei se sou eu que sou esquisita mas achei a colecção da Tezenis muito fraquita esta estação).

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

E assim passou-se o Natal!

O meu Natal este ano foi muito engraçado. Como de costume fui passá-lo a casa do meu irmão com toda a família mais chegada. E se há algo que eu adoro é ver a mesa comprida cheia de gente e o convívio familiar. A minha sobrinha mais nova e o meu pai, ficaram como de costume às cabeceiras da mesa. A pequena acha isso muito divertido, porque, para além de ser ela a decidir quem fica onde, são o mais velho e a mais nova da família a ficarem nesses lugares. O jantar, para não variar, foi bacalhau cozido com couves. Talvez por não ter sido habituada desde pequena a comer isto no Natal, acaba por ser a parte de que eu gosto menos. Adoro carninha. Borrego no forno, perú recheado, agora peixe... nahhh! No final da refeição, a sobrinha pequena cedeu à paranóia com que anda nos últimos dias (meteu na cabeça que está gorda e já tive uma conversa bem séria com ela sobre isso e felizmente fez algum efeito) e provou um bocadinho de todas as sobremesas seguindo o exemplo aqui da “titia”: um bocadinho de ananás, um bocadinho de mousse de manga, um bocadinho de mousse de chocolate e um bocadinho de molotof. Há que verificar se todos os doces estão deliciosos. Eheh! O mais lindo foi ver o meu pai completamente deliciado com o molotof. É o doce preferido dele. Não conheço ninguém que adore tanto aquele doce como ele. Enquanto esperávamos pelo café, as pequenas já pedinchavam por alguns presentes. “Só um, por favor!” Aqui a menina começa a ceder e: “Está bem! Só um e deixam-me tomar o café sossegada.” E assim foi: sai o primeiro presente para as pequenas. Obviamente, que logo que se fartaram dele o colocaram num canto e: “Tia, só mais um!” E lá sai um livro para cada uma. A outra tia segue o exemplo e mais livros da mesma colecção. As pequenas encantadas, porque eram os que elas queriam e não sabiam que iam ganhar, porque não tinham pedido, pelo menos a mim. É óbvio que o que é mais divertido são as birras de quem quer determinado presente ou um presente de alguém em especial. Este ano a partida calhou à minha sobrinha mais velha. Ela que passou as últimas semanas a fazer uma birra descomunal que queria um determinado telemóvel e um determinado relógio. Obviamente que todos lhe diziam que ela não ia ganhar aquilo, mas ela prometeu choradeira na noite de Natal caso não recebesse. Enfim! O típico de miúda mimada por toda a família. Um bom tempo depois dos cafés e dos digestivos, o meu irmão lá se decidiu a começar a olhar para debaixo da árvore de Natal e: “Queres um presente, então toma lá.” E dá uma caixa à mais pequena. E a criança fica toda radiante com uma flauta pela qual não esperava. E a mais velha dizia: “E o meu relógio?” “E o meu telemóvel?” Para picá-la dá mais um presente à mais pequena: um cavaquinho. Bem... então esta caixa grande deve de ser a bateria, brincávamos. E passado um bom bocado lá deixa as pequenas verem o que tem a caixa gigante: e sai de lá um piano/órgão. E as crianças parvas a olhar para aquilo, porque nenhuma havia pedido instrumentos musicais. Nós ríamo-nos e as pequenas choravam, principalmente a mais velha que queria o raio do relógio. Há uma semana que ela me falava num determinado saco da Botique dos Relógios que estava debaixo da árvore de Natal dela. Estava convencida de que era o relógio que pedira. Mas o pai dela sai-se com a frase: “Este presente é para a minha mana!” E eu abro-o entusiasmada para saber o que lá estava. E a minha sobrinha, a olhar para o saco a pensar que não era mesmo para mim. Mas era! Era uma linda pulseira, mesmo linda, que eu recebi. E não voltou mais para a caixa. Ficou no meu pulso o resto da noite. Após a desilusão da pequena ao ver que aquele presente não era o dela, o meu irmão dá-lhe uma pequena caixa: “Toma lá o teu relógio!” E ela desembrulha aquilo entusiasmada a pensar que era mesmo o relógio, mas desconfiada por estar embrulhado com o papel do Continente. Bem, de facto, era uma caixa de um relógio Swatch e lá dentro tinha... bem... tinha um relógio. Um relógio de braceletes verdadeiras castanhas, mas com um ecrã de cartão com ponteiros desenhados a caneta. Já me doía a barriga de tanto rir. A pequena dizia: “Eu não quero este relógio! Nem pensar!” Todos nos ríamos. Obviamente os presentes debaixo da árvore continuaram a ser distribuídos a pouco e pouco, mas o relógio ou o telemóvel para a pequena não aparecia (ela estava convencida de que só ia receber uma das coisas). A minha cunhada surpreende-se ao receber de presente jogos para a PS3. Ela que nem liga a jogar aquilo... A PS3 já nem sei se foi presente do meu irmão para ele próprio se para as pequenas. Finalmente aparece uma caixa grande que ele dá à minha sobrinha mais velha. “Isto é para ti, filha!” E ela abre, desconfiada e... “Ai, isto é uma caixa de vinhos!” Devagar abre a caixa de vinhos e mais uma caixa embrulhada lá dentro com um monte de papéis amarrotados à volta. Ela abre e eis que surge o telemóvel e um relógio! A criança ficou radiante e nós fartámo-nos de rir com esta história. Para o ano estou para ver a quem vai calhar a prenda estranha. Como, geralmente, não faço birras por querer algo em especial, pois nunca fui habituada a ter tudo o que queria, as probabilidades de calhar a mim no próximo ano são muito reduzidas. Para não variar, acabámos de abrir os presentes bastante antes da meia-noite. Seguiu-se os parabéns ao meu pai e o belo de um camarão cozido antes de se acabar a noite. Agora, mais festa desta só para o ano. Ah, e depois do camarão a pequenina lembrou-se que tinha que ir fazer os trabalhos da escola. Trabalhos da escola, hoje? Mas é noite de Natal, querida! E, lá estive eu cerca de meia-hora a ajudá-la a fazer alguns trabalhos de casa. E, nos dez minutos que estive na conversa antes de me vir embora, diz ela muito amuada: “Oh tia, podíamos estar a fazer mais trabalhos!”. Mas, pronto, ontem tirei a tarde toda para ajudá-la nos trabalhos de casa e ela ficou toda contente por já ter o resto das férias livres (livres como quem diz, que hoje veio pedir-me mais duas fichas de exercícios para fazer, uma vez que já acabou os trabalhos da escola).

sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal!!!

24 de Dezembro

Já desenformei o bolo, que ficou no ponto.

Já dei os parabéns ao papá.

Já estou bem disposta.
Decididamente só pode ser TPM. Ontem foi uma neura descomunal, depois durante a noite a choradeira e os sonhos ajudaram à lamechiche (que saudades das pessoas com quem sonhei... será que o que me disseram foi uma mensagem verdadeira?). Agora ando irritada de novo. Mas tinha que ficar assim logo na véspera de Natal?
Bem, é melhor ir tirar o bolo do forno, porque se ele se queima...